67,74 Hectares - CÓRREGO PRATA - SÃO JOÃO DA FIGUEIRA - DURANDÉ / MG
ModalidadeOnline
Local do leilãoRua Afonso Celso nº 312 - Vila Mariana / SP.
TipoAberturaFechamentoLance Inicial
1ª Praça28/01/20 13:0031/01/20 13:00Encerrado
2ª Praça31/01/20 13:0021/02/20 13:00Encerrado

ÁREA RURAL 67,74 HECTARES- “IMÓVEL RURALdenominado Córrego Prata, no município da cidade de Durandé – MG, nesta comarca, com uma área de 67.76.00ha de terras, tendo como benfeitorias 3.000 cafeeiros e uma casa com 6 cômodos em péssimo estado de conservação, dividindo por seus diversos lados com José Luiz Cantamissa, Geraldo Jovelino de Carvalho e com uma pedreira.” Registro anterior R.19/3.292. Proprietários: Everaldo Simione e sua esposa Sirlene Pereira Simione. Matriculado sob nº 5.490 do CRI da Comarca de Manhumirim - MG.

Conforme Avaliação: Trata-se de uma área rural, localizado a 3 Km do Distrito de São João da Figueira, Município de Durandé – MG, possuindo topografia privilegiada, água em abundância, energia elétrica, pasto, curral para 100 cabeças de boi, 20.000 (vinte mil) pés de café, uma boa casa, tulha, lavador de café, capineira, 3 açudes, terreiro de pedra medindo 2.000 m². 

Localização: Zona Rural Córrego Prata – 03 Km do Distrito de São João da Figueira - Durandé / MG. 

Avaliação: R$ 1.680.000,00.

ÔNUS:Consta na referida matrículaR.08-Hipotecaem favor do Banco Bradesco S/A;Av.09– Ação Premonitória, ref. autos nº 0033555-91.2016.8.13.0395 em trâmite na 1ª Secretaria do Juizo da Comarca de Manhumirim / MG, movida pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha Ltda;Av.10– Penhora Exequenda.

VALOR MÍNIMO DA VENDA DO BEM:No primeiro leilão, o valor mínimo para a venda do bem apregoado será o valor da avaliação judicial (fl.195) que corresponde aR$ 1.680.000,00(Novembro/2017). No segundo leilão, o valor mínimo para a venda do bem corresponderá a50%(cinquenta) do valor da avaliação judicial, equivalente aR$ 840.000,00(Art. 891 do NCPC, Parágrafo único. Considera-se lance vil o preço inferior ao mínimo estipulado pelo juiz e constante do edital).

O bem será vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia, constituindo ônus do interessado verificar suas condições, antes das datas designadas para a alienação eletrônica.

2ª Vara Cível Comarca de Manhumirim

Lote 01: 2ª Vara Cível Comarca de Manhumirim

Valores atualizados

Avaliação1.680.000,00
Lance mínimo840.000,00
Incremento2.000,00

Resultado parcial

Maior lance-
Usuário-
Visitas510

ÁREA RURAL 67,74 HECTARES - “IMÓVEL RURALdenominado Córrego Prata, no município da cidade de Durandé – MG, nesta comarca, com uma área de 67.76.00ha de terras, tendo como benfeitorias 3.000 cafeeiros e uma casa com 6 cômodos em péssimo estado de conservação, dividindo por seus diversos lados com José Luiz Cantamissa, Geraldo Jovelino de Carvalho e com uma pedreira.” Registro anterior R.19/3.292. Proprietários: Everaldo Simione e sua esposa Sirlene Pereira Simione. Matriculado sob nº 5.490 do CRI da Comarca de Manhumirim - MG.

Conforme Avaliação: Trata-se de uma área rural, localizado a 3 Km do Distrito de São João da Figueira, Município de Durandé – MG, possuindo topografia privilegiada, água em abundância, energia elétrica, pasto, curral para 100 cabeças de boi, 20.000 (vinte mil) pés de café, uma boa casa, tulha, lavador de café, capineira, 3 açudes, terreiro de pedra medindo 2.000 m². 

Localização: Zona Rural Córrego Prata – 03 Km do Distrito de São João da Figueira - Durandé / MG. 

Avaliação: R$ 1.680.000,00.

ÔNUS: Consta na referida matrícula R.08 - Hipoteca em favor do Banco Bradesco S/A; Av.09 – Ação Premonitória, ref. autos nº 0033555-91.2016.8.13.0395 em trâmite na 1ª Secretaria do Juizo da Comarca de Manhumirim / MG, movida pela Cooperativa dos Cafeicultores da Região de Lajinha Ltda; Av.10 – Penhora Exequenda.

VALOR MÍNIMO DA VENDA DO BEM: No primeiro leilão, o valor mínimo para a venda do bem apregoado será o valor da avaliação judicial (fl.195) que corresponde a R$ 1.680.000,00 (Novembro/2017). No segundo leilão, o valor mínimo para a venda do bem corresponderá a 50% (cinquenta) do valor da avaliação judicial, equivalente a R$ 840.000,00 (Art. 891 do NCPC, Parágrafo único. Considera-se lance vil o preço inferior ao mínimo estipulado pelo juiz e constante do edital).

O bem será vendido no estado de conservação em que se encontra, sem garantia, constituindo ônus do interessado verificar suas condições, antes das datas designadas para a alienação eletrônica.